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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Essa vai entrar pra História das Olímpiadas de Sochi. DIA 5

O patinador de velocidade canadense Gilmore Junio teve uma atitude inesperada. Ele desistiu de competir na prova dos 1000 metros por achar que um companheiro de equipe estaria melhor preparado. Na carta enviada a imprensa Gilmore Junio afirma:
 “Representar o Canadá em uma Olímpiada é uma grande honra e privilégio, mas eu acredito que como canadenses, nós não estamos aqui só para competir. Nós estamos aqui para ganhar. Denny tem provado ser consistente e ser uma possibilidade de medalhas real”.

Denny Morrison o patinador que herdou a vaga na competição tinha falhado nas seletivas canadenses por ter caído nos últimos 50 metros. Porém Denny é o sexto do ranking mundial nessa distância. Gilmore é o 41 do ranking. Como Morrison havia se classificado para os 1500 metros e para o revesamento, ele está em Sochi e pode pegar a vaga. Já Gilmore competiu nos 500 metros e não mais competirá nesses jogos de inverno.

Por si só esta estória já é histórica! Mas não é que a cereja do bolo veio com uma cor prateada! Isso mesmo, Denny Morrison conquistou a medalha de prata nos 1000 metros. O Canadá inteiro só fala nessa conquista! Já há até uma campanha no Twitter para que Gilmore seja o porta bandeira na cerimônia de encerramento.

Mas notícias sobre essa incrível estória aqui e aqui.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Jogos de Inverno - DIA 1

Ontém o Canadá ficou acordado até de madrugada para assistir o debut do Slopestyle snowboard um esporte que tem proporções gigantescas no X Games ou Jogos Extremos produzidos pela ESPN.
O país inteiro fala dessa estreia, mas não por acaso, um dos favoritos é Mark McMorris, um jovem de 20 anos que tem arrepiado nas pistas de todo o mundo, derrotando lendas do snowboard como o americano Shaw White.

Entre tantas imagens, escolhi essa da tatuagem de Mark, pois tem um significado muito importante para quemtrabaha com psicologia do esporte que é "viver para o momento". Ou seja, focar no agora e não no futuro nem no passado, as quedas da tentativa passada não mais importam, nem os louros da vitória, o que importa é o agora!


O documentário foi dividido em 5 partes.
Aproveitem este documentário que foi super bem feito.











segunda-feira, 19 de julho de 2010

Lionel Messi

Recebi este texto por e-mail. Achei legal compartilhar.
Ahhh, não estranhem o português lusitano! Na verdade fica até mais divertido.

Uma lição de vida... Lionel Messi.  
Nem Cruijff nem Ronaldinho. E nem Maradona. Para os adeptos do Barça a oitava maravilha é Messi.
Eis uma história, uma lição de vida, que encanta Camp Nou.


Messi: Génio do drible fintou o destino


É uma desforra bem pessoal, a história do menino austista aos 8 anos, anão aos 13, que via o mundo a 1,10 metros do solo. É esse mesmo, Lionel Messi, que botou corpo à base de tratamentos hormonais e que, 59 centímetros depois, encanta o mundo do futebol, naquele jeito singularíssimo de conduzir a bola colada ao genial pé esquerdo, como se o couro redondo fosse um mano siamês, uma mera extensão corporal, um órgão vital, inseparável. E Barcelona rende-se ao talento de "La Pulga". E os adversários caem aos pés de um talento puro e raro.
E por muito talento que tivesse para jogar à bola, estaria o rapaz consciente do destino glorioso que lhe estava reservado?
O miúdo de 16 anos que vestiu pela primeira vez a camisola da equipa principal do Barcelona num jogo com o F. C. Porto, a 16 de Novembro de 2003, na inauguração do Estádio do Dragão, o Lionel Messi que agora caminha sobre a água, é ainda o mesmo menino que sobrevoou o Atlântico, em 2000, para se curar de uma patologia hormonal. Lá na Argentina, na Rosário natal, os prognósticos médicos eram arrasadores: sem tratamento eficaz contra o nanismo, Lionel chegaria à idade adulta com 1,50 metros, no máximo.
Os diagnósticos alarmaram os Messi. E o custo dos curativos também: mil euros mensais, ou seja, quatro meses de rendimentos da família de La Heras, um bairro pobre de Rosário. Mas o pai de Lionel não se resignou. Sabia que o filho, pequeno no corpo, era gigante no talento. E não aceitou a fatalidade. Nessa altura, o prodígio de dez anos despontava no Newells Boys, fintando meninos com o dobro do tamanho e marcando golos atrás de golos. O pai sugeriu ao clube que pagasse os tratamentos de Lionel. A resposta foi negativa. E o mesmo sucedeu quando os Messi foram bater à porta do grande River Plate.
Na adversidade, a família Messi teve mais força, com a ajuda de uma tia de Lionel, emigrada na Catalunha. E foi assim, em 2000, ainda antes de completar 13 anos, que Lionel e os pais viajaram até Lérida. Dias depois, o pequeno prodígio foi fazer testes ao Barcelona... E com a bola quase a dar-lhe pelos joelhos, aquela habilidade enorme logo maravilhou os treinadores do Barça.
Carles Rexach, director do centro de formação do Barcelona, ficou maravilhado com o prodigiozinho argentino. Ao cabo de dois treinos, não hesitou e logo tratou de arranjar contrato. E ficou espantado com a proposta do pai do craque: o Barça só tinha de lhe pagar os tratamentos que os médicos argentinos sugeriam. Foi dito e feito.
Durante 42 meses, Lionel levou, todos os dias, injecções de somatropina, hormona de crescimento inscrita na tabela de produtos proibidos pela Agência Mundial Antidopagem e só autorizada para fins terapêuticos. Em 2003, a milagrosa hormona fizera de Lionel o que ele é hoje, um rapagão de... 1,69 metros!
No Verão de 2004, acabadinho de fazer 17 anos, e já com contrato profissional, entrou para a equipa B do Barça. Mas fez só cinco jogos, porque aquele enorme talento não cabia no "Miniestadi". Reclamava palcos maiores. E rapidamente começou a jogar no Camp Nou, na equipa principal. A 16 de Outubro de 2004, o prodígio fez a grande estreia na liga espanhola, num dérbi com o Espanhol. A 1 de Maio de 2005 entrou para a história do Barça: marcou ao Albacete e tornou-se no mais jovem jogador a marcar um golo pelo Barcelona. Aos 17 anos, dez meses e sete dias, começou a lenda.
Cinco anos depois, Messi teve a consagração absoluta. Foi eleito Melhor Jogador do Mundo de 2009, após uma época de sonho, concluída com um feito inédito do Barça "de las seis copas": campeão de Espanha, da Taça do Rei, da Supertaça Espanhola, da Supertça Europeia, da Liga dos Campeões, do Mundial de Clubes. Ufff!!!
O craque que o Barça contratou pelo custo da terapia de crescimento é, hoje, a maior jóia do futebol mundial, segurada por uma cláusula de rescisão de... 250 milhões de euros!!! E é, também, o mais bem pago de todos: o menino pobre do bairro de la Heras é, agora, multimilionário, vencendo qualquer coisa como... 33 milhões de euros anuais em salários e publicidade. Nem em contos...
Lionel Andrés Messi (mais informações aqui)
22 anos (24/06/1987)
Nacionalidade: Argentina
Palmarés: campeão espanha (2005, 2006, 2009), taça do rei (2009); supertaça espanha (2005, 2006, 2009); liga dos campeões (2006, 2009); supertaça europeia (2009); mundial de clubes (2009).
"GRANDE LIÇÃO DO PAI QUE NÃO DESISTIU DO SONHO: CURAR O FILHO."
Não se focalizou no problema mas sim na solução.

domingo, 13 de junho de 2010

Copa da África e "O perigo de uma única história"

Um dos legados mais importantes de um megaevento, em minha opinião, é ter a cultura destrinchada por centenas de jornalistas de todo o mundo. Muito mais do que as maquiagens que possam ser feitas nas cidades e/ou países que recebem estes eventos, mostrar ao mundo a diversidade presente nas nações pode dar uma nova perspectiva sobre estas localidades ao bilhões de espectadores espalhados pelo mundo.

O vídeo abaixo mostra justamente o que pode ocorrer ao ignorarmos estes outros pontos de vista, ou nas palavras da oradora ignorarmos "outras histórias". A África que vai além da fome e da miséria está sendo mostrada em horários nobre. Espero que o esporte seja mais uma vez um veículo de transmissão de valores universais que demonstrem ao mundo que aquele continente não precisa só de "pena", mas sim ser conhecido em sua diversidade. GO AFRICANS!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Homenagem aos 50 anos da participação de João Carvalhaes

Como estamos a quase 50 dias da Copa do mundo da África do Sul e Brasília acabou de fazer 50 anos de idade resolvi postar o vídeo produzido pelo CRP - SP em comemoração aos 50 anos da participação do Psicólogo João Carvalhaes na conquista do primeiro título mundial pelo Brasil.
Esta é uma homenagem histórica e mais do que merecida a este pioneiro da Psicologia do Esporte Brasileira. Desejo que mais pessoas possam assistir este vídeo e ter contato com a história de nossa área.







quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Psicologia do Esporte no site de Vancouver 2010

No segundo podcast do site oficial das Olimpíadas de Inverno de Vancouver, o entrevistado foi o Dr. Terry Orlick. Não por acaso, além de autor reconhecido mundialmente pelo seu trabalho com profissões de alto desempenho, nesse campo entram atletas, empresários, cirurgiões, astronautas... Terry é canadense!

Um de seus livros mais falados é o "In Pursuit of Excellence". Antes mesmo de saber quem era Terry Orlick, uma pessoa muito respeitada no meio esportivo já falava que utilizava os conhecimentos do livro em questão. Estou falando de Bernardinho, ele cita em seu livro "Transformando Suor em Ouro" sobre como ele gosta de ler biografias e obras que acrescentem ao seu trabalho. Com certeza esta declaração me influenciou... Como o Bernardinho, eu gosto de aprender com os melhores!
Só não posso considerar uma coincidência o fato de eu não ter comprado o maior best-seller de Terry, afinal ganhei de um outro canadense (Dr. John Salmela) durante visita já postada aqui.
Em Marrocos, aproveitei a oportunidade de participar de um Workshop e comprar seu livro mais recente "The Consultant's Guide of Sport Psychology".

Aproveitem o podcast!
Abraços,
Tiago Duarte

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Jogos de Inverno Vancouver 2010



"Cair é fácil... levantar-se, esta é a pior parte"

Alguns dias após, Hermann Maier conquistou 2 medalhas de ouro.
Já faz alguns dias que assisti estes vídeos e agora chegou a hora de divulgá-los, afinal amanhã será a abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver 2010.
O primeiro me lembra muito minha experiência com esquis... hehehe... pode-se dizer que aprendi a cair por tentativa e acerto, mesmo não querendo "acertava" o chão constantemente! Conhecendo a velocidade que um esquiador amador pode chegar me faz ser muito empático com o atleta. Como as medalhas que ele conquistou foram em Nagano 1998, este vídeo foi veiculado justamente quando eu estava aprendendo a esquiar, em 2002 durante a época em que eu estava Salt Lake City (sede dos Jogos de Inverno naquele ano).


Já vídeo abaixo me deixou muito emocionado... ao meu ver é este o tipo de sentimento despertado pelos jogos olímpicos ! WE WON!!! É simplesmente impressionante como os esportes tem a capacidade de influenciar as massas a tornarem-se sujeitos, deixando de serem simples espectadores. Um triste exemplo disso são as brigas entre torcidas. Mas podemos focar nas milhares de crianças que envolvem-se com atividades físicas após assistirem seus "heróis" estabelecerem novos limites ao corpo humano.
Aproveitem!





quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Como ajudar o Haiti?

A cada notícia que vejo sobre a tragédia no Haiti me pergunto como poderia contribuir para diminuir com o sofrimento dessas pessoas. Este tipo de pergunta, ao meu ver, deveria rondar os pensamentos de psicólogos, mas é engraçado pois ao buscar a psicologia do esporte eu estava fugindo deste tipo de problema. Queria trabalhar com o rendimento, melhorar o que já é bom... não é de hoje, mas fui vendo que existem oportunidades para o Psicólogo do Esporte que transcendem (e muito) o rendimento.


Lembrei na hora do livro "Schakleton: Uma Lição de Coragem" (mais sobre o livro), talvez alguns pensem que estou forçando a barra comparando uma expedição à Antártida com uma das maiores tragédias desde século. Entretanto ler o depoimento do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, no site do Fórum Olímpico de Portugal me deu coragem de falar sobre isso. 
Ele diz:  “o desporto pode ser visto em qualquer parte do mundo. Viajei por países repletos de pobreza. Por comunidades em luta pela sobrevivência. Por lugares devastados pela guerra, onde toda a esperança parecia perdida. De repente, aparecia uma bola feita de sacos plásticos ou de jornais atados com um cordel. E víamos o desporto dar vida aos sonhos e às esperanças.”


O trecho do livro que chamou minha atenção dizia de como Sir Ernest Schakleton, utilizava o esporte (no caso futebol) para distrair seus homens da dura realidade em que estes se encontravam, evitando que perdessem as esperanças de serem resgatados. O livro ainda cita que esta era uma forma de seus marujos manterem a forma física. Fazendo uma outra leitura, esta forma de preencher os horários vagos pode ser encontrada em alguns consultórios de psicólogos cognitivos como uma "tarefa" muito útil em casos de depressão, evitando que a pessoa fique muito introspectiva e crie cenários piores do que já estão. 
Me pergunto: após estas semanas de choque inicial será atividades recreativas ou esportivas poderiam ser utilizadas como forma de "metaforizar" a possibilidade vitória? Ou apresentar novas possibilidades?


Em apresentação oral durante o II Congresso da Abrapesp sobre a utilização de bicicletas no contexto anti-manicomial, Duarte e Duarte (2009) afirmam que a bicicleta (ou qualquer outro equipamento esportivo) não faz o trabalho sozinha, há contextos onde se faz necessária a condução das atividades por pessoas capacitadas, facilitando a re-significação das reflexões geradas pelo grupo.



Mas e os equipamentos esportivos... está faltando comida no Haiti, teremos que doar bolas e afins?!?! Pensando nisso resolvi citar outro
blog, onde o colunista fala como sacolas plásticas estão virando bolas na África do Sul.


Não deixem de ler a matéria no site português e descubra por quanto foi vendida a "bola de sacos plásticos". 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Melhor mesa redonda!!!

Posted by Picasa

Recordar é viver! Em 2008, estive em Belo Horizonte participando do Congresso Sul Americano de Psicologia de Esporte na UFMG. Durante aquele evento pude ouvir grandes nomes da Psicologia do Esporte mundial, entre eles os Doutores Gershon Tenenbaum, Joaquim Dosil, Michael Kellmann e John Salmela.

O Prof. Dr. John Salmela falou sobre um estudo com mais de 200 atletas iranianos durante as seletivas para os Jogos Asiáticos, que estão para o Brasil como os Panamericanos, destes 110 foram selecionados para os jogos e 38 conquistaram medalhas. O estudo é muito interessante e compara o grupo de atletas selecionados com o grupo de não selecionados encontrando maiores habilidades mentais nos primeiros. Ao comparar atletas medalhistas com os não medalhistas, é observado que a única diferença significativa entre estes dois grupos é a reação ao estresse. Para o artigo completo deixe seu e-mail que eu lhe envio!

Ao comentar em uma rodinha no intervalo com o Newton Viana sobre a qualidade da apresentação do Salmela, ele disse que quando fosse até a casa dele (Salmela) daria o feedback. Achei estranho, eu sabia que o Salmela era da UOttawa, mas logo fui informado que ele havia casado com a Dra. Luci, uma brasileira que havia estudado no Canadá e estava em BH havia alguns anos. Comentei que gostaria de morar e estudar no Canadá e que até pretendia fazer uma viagem para fazer network e conhecer os campus.
O Newton riu, ligou pro Salmela e perguntou se nós não gostaríamos de ir até a casa dele! Claro que como um bom cara de pau aceitei de imediato, afinal minha avó já dizia: "Se alguém lhe convida para algo vá por duas razões, a primeira é que se convidou gostaria de sua companhia e a segunda é que se foi apenas por educação você lhe ensina a não fazer mais isso". :)

Ao chegar lá nem parecia que estava na presença de uma pessoa com 17 livros publicados. Ele sorriu e disse: "Welcome to Univesity Salmela". As próximas horas foram acompanhadas por um ótimo bate-papo, cerveja gelada e muita psicologia do esporte. Isso é claro em Inglês. Acho que já postei algo sobre a importância deste idioma.... hehehe. Aquele momento foi denominado a "Melhor Mesa Redonda do Congresso". Como estou indo para Belo Horizonte na próxima semana, fazer um curso de formação Ericksoniana, resolvi reviver um pouquinho esta mesa! Depois posto como foi.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Histórias que valem a pena contar

Me pediram se eu conhecia alguma história ligada ao esporte brasileiro que pudesse ser contada em um contexto de adolescentes. Com objetivo de passar algum valor através do esporte. 

Ao ler o email sorri, felizmente o Brasil está recheado de belos momentos.


Divido com vocês um pouco de uma história bem conhecida mas que vale a pena ser lembrada!



Milagre do Basquete Brasileiro -

O dia 23 de agosto de 1987 ficou marcado com um dos momentos de maior superação do basquete brasileiro. A cena do Pan-Americano de Indianápolis ficará registrada na história.
O time americano, formado por universitários, tinha jogadores que brilhariam na NBA, como David Robinson, Danny Manning e Rex Chapman, além deser invicta em toda a sua história jogando em casa.
No intervalo de jogo na Market Square Arena, a seleção dos Estados Unidos tinha 14 pontos (68 a 54) de vantagem na grande final dos Jogos Pan-Americanos de 1987. Na arquibancada, mais de 16 mil tocedores davam o ouro como certo. Só não contavam que, nos 20 minutos seguintes, o Brasil faria história. Comandados por Oscar Schmidt (46 pontos) e Marcel de Souza (31pontos ), a Seleção masculina de basquete surpreendeu os donos da casa e viraram a partida  tornando-se o primeiro time a derrotar os americanos jogando na casa deles, com uma virada espetacular.
 Com um segundo tempo perfeito, de defesa forte e chutes certeiros da linha de três, a seleção venceu por 120 a 115. Anotando 10 bolas da linha de três apenas na etapa final. Oscar foi o grande nome da equipe na conquista do título histórico, o "Mão Santa", anotou 35 pontos só no segundo tempo e eternizou a vitória com uma imagem que emocionou o país: o choro incontido no chão da quadra, ao fim da partida.
- Quando você vê as imagens do fim do jogo, a gente não sabia nem como festejar. Nós não acreditávamos que ganharíamos aquele jogo, aliás, ninguém na época acreditava - afirmou Oscar em entrevistas que celebraram o aniversário de 20 anos da conquista.

Os 16.408 torcedores que lotaram a Market Square Arena foram embora decepcionados. O ginásio, mais tarde, seria demolido para dar lugar ao moderno Conseco Fieldhouse. Caiu também a certeza de que dava para vencer todo mundo usando apenas universitários.