Pesquisa sobre “Motivação no Contexto Esportivo”. Participem, pois com o envolvimento de todos, a psicologia do esporte sai ganhando!
Este é um convite para participar de uma pesquisa intitulada: “Motivação no Contexto Esportivo”. O instrumento utilizado, e já validado, é o “Questionário de Orientação Motivacional para o Desporto”, que é uma versão traduzida e adaptada para a língua portuguesa do “Task and Ego Orientation in Sport".
https://docs.google.com/forms/d/1KYP9LeOelOKgtANIQmPqmVI48esezZinVgwnqhcqbI0/viewform
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
CBN entrevista Regina Brandão
Como os atletas podem ter controle emocional em uma rodada tão decisiva?
Entrevista com Regina Brandão, psicóloga, especialista em Psicologia do Esporte
Comentário da Regina Brandão sobre a pressão da decisão entre Grêmio e Flamengo.
Tudo bem que foi antes do jogo decisivo, mas vale a pena ver o que vem sendo dito sobre a área.
Ela comenta sobre motivação para o sucesso e para o fracasso. Mencionando que os jogadores com motivação para "fugir" do fracasso tendem a jogar com mais afinco. É utilizado o exemplo do Palmeiras e Botafogo, onde a Regina afirma que o Botafogo entraria com muito mais "garra".
Fala também sobre como o medo pode atrapalhar o desempenho, principalmente se o jogador começar a se preocupar com variáveis fora de seu alcance, como os resultados de outros jogos.
Fala também sobre como o medo pode atrapalhar o desempenho, principalmente se o jogador começar a se preocupar com variáveis fora de seu alcance, como os resultados de outros jogos.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Reportagem sobre Motivação
Foi ao ar no dia 29/11 no esporte espetacular, horas antes da penúltima rodada do campeonato brasileiro. Tema realmente polêmico que deve ser tratado com cautela, afinal existem diversas variáveis que interferem no desempenho esportivo. A Dra. Kátia Rubio participa da entrevista dando contribuições importantes para a matéria.
A reportagem explica de maneira clara sobre o nível ótimo de ativação, conceito básico para quem trabalha com psicologia do esporte que pode auxiliar bastante na compreensão das razões que podem influenciar a motivação dos atletas.
Um ponto bastante discutido no meio acadêmico, em psicologia organizacional, é qual o impacto real de palestras motivacionais, conhecidas como palestras-show, no desempenho de equipes de trabalho? Ao menos nas empresas, fica claro que o efeito deste tipo de intervenção tem se mostrado dispendioso ao se levar em consideração o custo/benefício. Justamente por seus efeitos serem efêmeros e principalmente pelo "feitiço" virar contra o "feiticeiro", afinal ao "motivar", ou como gostam os adeptos deste recurso, "despertar o gigante interior" do funcionário dizendo palavras carregadas de emoção, muitas vezes se promete algo que não pode ser cumprido. No final das contas, toda a expectativa criada pode virar uma tremenda frustração.
Não pense que eu sou contra este tipo de palestra, pelo contrário, sou muito à favor se utilizada para complementar um programa bem estruturado que contemple um planejamento de médio e longo prazos.
Mas por mais que um time seja ou deva ser tratado como empresa, o desempenho que é cobrado (pela torcida e por poucos dirigentes) ocorre durante 90 minutos semanais. O que me leva a refletir...
Já que a duração do desempenho é curta este tipo de palestra em teoria seria bem interessante. Quais os riscos de utilizar esta abordagem?
Talvez uma explicação para esta pergunta esteja na forma como são conduzidas as palestras, pois se jogadores diferentes são tratados de forma diferente, por exemplo na carga de treinamento (academia) e na dieta, deve ser levado em consideração a diferente necessidade "motivacional" de cada atleta. Dando suporte individual para atletas.
Se não me engano, a Dra. Regina Brandão comenta que o Felipão não só era exímio motivador como sabia ouvir a todos da equipe. Atuando como psicóloga da seleção brasileira na época do Penta, ela identificou que determinado atleta era muito esforçado mas "sensível" a determinadas broncas. Informando isso ao Felipão, ele ficava ao lado deste atleta na hora do "puxão de orelha" enquanto falava dos pontos que deveriam ser melhor trabalhados pelo restante do grupo. Fornecendo o que cada atleta necessitava, uns acolhimento e outros feedback técnicos e táticos.
Só lembrando, "motivação" demais atrapalha. Não foi falado no programa mas a famosa curva do U invertido já postula que em determinado ponto o excesso de ativação pode causar uma queda no rendimento. Um exemplo disso é usar força desnecessária em jogadas no meio de campo e ser expulso por ter exagerado...
Já que a duração do desempenho é curta este tipo de palestra em teoria seria bem interessante. Quais os riscos de utilizar esta abordagem?
Talvez uma explicação para esta pergunta esteja na forma como são conduzidas as palestras, pois se jogadores diferentes são tratados de forma diferente, por exemplo na carga de treinamento (academia) e na dieta, deve ser levado em consideração a diferente necessidade "motivacional" de cada atleta. Dando suporte individual para atletas.
Se não me engano, a Dra. Regina Brandão comenta que o Felipão não só era exímio motivador como sabia ouvir a todos da equipe. Atuando como psicóloga da seleção brasileira na época do Penta, ela identificou que determinado atleta era muito esforçado mas "sensível" a determinadas broncas. Informando isso ao Felipão, ele ficava ao lado deste atleta na hora do "puxão de orelha" enquanto falava dos pontos que deveriam ser melhor trabalhados pelo restante do grupo. Fornecendo o que cada atleta necessitava, uns acolhimento e outros feedback técnicos e táticos.
Só lembrando, "motivação" demais atrapalha. Não foi falado no programa mas a famosa curva do U invertido já postula que em determinado ponto o excesso de ativação pode causar uma queda no rendimento. Um exemplo disso é usar força desnecessária em jogadas no meio de campo e ser expulso por ter exagerado...
Motivação tenta controlar a mente dos atletas nos momentos mais tensos dos campeonatos
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