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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Crer no seu desempenho

Este vídeo foi produzido por Kurt Browning um dos patinadores artíticos mais renomados do Canadá. Além de ser 4 vezes campeão mundial, Kurt foi o primeiro patinador a realizar um salto quadruplo. No vídeo ele fala da importância de compartilhar o peso da competição com alguém (por exemplo um psicólogo do esporte) e de acreditar na qualidade do trabalho realizado antes do evento.
Aproveitem.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Quais as lições do último lugar? DIA 12

Selecionei manchetes de dois dias seguidos. Ambas reportagens retratam o desempenho da equipe brasileira de Bosled feminino nos jogos de Sochi. Na primeira (esquerda), o repórter ironiza a participação das mesmas enfatizando a celebração da penúltima colocação com um ponto de exclamação. No dia seguinte(abaixo), o mesmo site compara o bobsled brasileiro com a patinação de velocidade holandesa.  
Começando com a segunda matéria. Alguns fatos sobre tal comparação. Primeiro, a Holanda é o único país do mundo que possui equipes profissionais de patinação de velocidade. Eles não so venceram o maior número de medalhas em patinação de velocidade em Sochi, como estão batendo todas os recordes de medalhas na modalidade em uma única edição. Normalmente há duas varridas de pódio, isto é, quando atletas de um só país conquistam todas as medalhas. Entretanto nesta edição, já houveram 4 varridas da Holanda apenas na patinação de velocidade de pista longa. Segundo, Sven Kramer, o atleta holandes é 6 vezes campeão mundial, bicampeão olímpico da prova de 5.000 e só perdeu a prova de 10.000 em Vancouver 2010 por causa de um erro do seu treinador que indicou a linha errada. Mas o que isso nos ensina? Bem, metas são pessoais e estabelecidas de acordo com a capacidade de cada um de atingimento. Se você é um dos favoritos a expectativa de vencer é enorme e a frustração de não vencer também.
 
Voltando para a primeira reportagem aqui, pude tirar proveito do que foi dito pelas atletas. Apesar do repórter (e 90% das pessoas que comentaram) desconsiderar(em) a relevância da performance brasileira, as atletas mencionaram duas estratégias consagradas de qualquer treinamento de habilidades psicológicas, o estabelecimento de metas e a retomada de foco. A teoria diz que as metas devem ser focadas em processo e não apenas em resultados. Entretanto caso sejam em resultados, as mesmas tem que ser realistas e atingíveis. Nem todos concordam, mas para o bobsled brasileiro, participar dos jogos olímpicos já é por si só uma conquista. Vamos mais além. Observem o comentário da atleta: 

"A gente está aqui pra competir. Queríamos fazer em menos de 1min00s e conseguimos fazer isso [em cada descida]. Batemos a Coreia, que era uma meta nossa, que a gente queria bater. Fizemos uma descida limpa, boa. Amanhã (quarta) é melhorar esse resultado que a gente fez hoje", afirmou Sally Mayara após a performance do dia.

Diversas metas que foram atingidas. Descida limpa ou sem erros - meta de processo. Descer em menos de 1min - meta que mistura resultado e processo. Finalmente, bater a Coreia, essa sim meta de resultado. O reestabelecimento de foco ficou claro na segunda fala da atleta.

"Com certeza. Nós tivemos um probleminha no último treino. Foco total para hoje, e graças a Deus nós conseguimos fazer um bom push, uma boa descida, e uma somatória de tempos satisfatória. Vamos para amanhã"

Probleminha no último treino?!?! (elas tiveram um acidente em que tombaram o trenó!) Que resposta fantástica! Em uma situação como essas remoer o passado e valorizar o acidente só serveria para aumentar a ansiedade (somática e cognitive) de descer de uma pista de gelo a 120km/hr para competir novamente. Mudança total de foco no que pode presente e controlável. A atleta ainda divide a prova em processos, um bom push + uma boa descida = somatório de tempos satisfatório.

Para finalizar, o bosled é a Formula 1 dos jogos olímpicos de inverno e os trenós, bem como os bólidos da F1, são produtos de anos de pesquisa e muitos dólares de investimento. Portanto, será que alguém que chega tão atrás tem realmente algo a comemorar?!?! Ou aprender?!?! Será que esta pessoa tem futuro no esporte?!

Confira esta matéria curta de 2002 e tire suas próprias conclusões.
 
Webber foge da última fila e comemora
Sábado, 30 Março de 2002, 16h53


São Paulo – O australiano Mark Webber, da Minardi, vibrou após ter escapado de ficar na última fila. Ele conseguiu o 20º posto na sessão de classificação deste sábado deixando o brasileiro Enrique Bernoldi, da Arrows, em penúltimo lugar. “Foi um bom treino e os mecânicos fizeram um grande trabalho. Poderia te ter tirado um pouco mais do carro, mas fiquei feliz com minha melhor volta nesta tarde. Estamos fazendo progresso. Ficamos mais perto dos tempos dos dez primeiros colocados.”

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Esqui estilo livre. DIA 9


Durante a apresentação do atleta canadense de esqui estilo livre (moguls) Mikaël Kingsbury, o comentarista afirmou que Mikaël era tão forte mentalmente que não utilizava um psicólogo do esporte. A princípio achei que esse comentário era ruim para quem trabalha com psicologia do esporte, afinal outros atletas poderiam seguir o exemplo de Mikaël. Mas com um pouco de reflexão percebi a GRANDE diferença entre as realidades brasileira e canadense. Enquanto no Brasil o trabalho do psicólogo é pouco lembrado e muitas vezes ainda é visto como um apagador de incêndios, aqui no Canadá o trabalho é tão reconhecido que o estranho é quando um atleta de alto desempenho não utiliza desse tipo de serviço.

Detalhe: o psicólogo do esporte do time de aerial do Canada é o Wayne Halliwell da postagem do DIA 1.

Esse vídeo conta um pouquinho da estória do Mikaël


O vídeo seguinte é uma entrevistapara a CBC do Alex Billadou (ouro) e Mikaël Kingsbury (prata) onde eles descrevem as descidas. Interessante perceber como Alex revela quais suas palavras-chave antes e depois de iniciar a descida. "Soft and tight." Suave e junto. Isso porque nessa modalidade o esquiador tem que descer suavemente e apresentar pouca movimentação na parte de cima do corpo  e ao mesmo tempo as pernas tem que permanecerem o mais próximas possíveis. O posicionamento das pernas são tão importantes que há cores diferentes nos joelhos para que os juízes possam perceber qualquer variação.


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Shani Davis. DIA 5


Em dezembro uma reporter entrevistou Shani Davis atleta americano da patinação de velocidade. Na época ele poderia se tornar o recordista americano com 3 medalhas em 3 edições consecutivas dos jogos. Ao perguntar sobre o peso que isso teria durante as Olimpiadas ele respondeu: "Eu não permito que isso pese em mim. Eu simplesmente irei lá e farei o meu melhor. Se eu for o melhor naquele dia, eu ficareibem feliz em trazer uma medalha para minha casa e adicionar a minha coleção. Eu tentar o meu melhor e isso é o melhor que eu posso fazer." 
Resposta fantastica!
Do ponto de vista da psicologia do esporte, inúmeros estudos mostram a importância de metas que foquem o processo e não o resultado.

Apesar de não conseguir uma medalha na prova dos 1000 metros o norte americano já foca na próxima prova, a de revezamento. 

Mais informações sobre o americano aqui.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Essa vai entrar pra História das Olímpiadas de Sochi. DIA 5

O patinador de velocidade canadense Gilmore Junio teve uma atitude inesperada. Ele desistiu de competir na prova dos 1000 metros por achar que um companheiro de equipe estaria melhor preparado. Na carta enviada a imprensa Gilmore Junio afirma:
 “Representar o Canadá em uma Olímpiada é uma grande honra e privilégio, mas eu acredito que como canadenses, nós não estamos aqui só para competir. Nós estamos aqui para ganhar. Denny tem provado ser consistente e ser uma possibilidade de medalhas real”.

Denny Morrison o patinador que herdou a vaga na competição tinha falhado nas seletivas canadenses por ter caído nos últimos 50 metros. Porém Denny é o sexto do ranking mundial nessa distância. Gilmore é o 41 do ranking. Como Morrison havia se classificado para os 1500 metros e para o revesamento, ele está em Sochi e pode pegar a vaga. Já Gilmore competiu nos 500 metros e não mais competirá nesses jogos de inverno.

Por si só esta estória já é histórica! Mas não é que a cereja do bolo veio com uma cor prateada! Isso mesmo, Denny Morrison conquistou a medalha de prata nos 1000 metros. O Canadá inteiro só fala nessa conquista! Já há até uma campanha no Twitter para que Gilmore seja o porta bandeira na cerimônia de encerramento.

Mas notícias sobre essa incrível estória aqui e aqui.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Visualização no esqui alpino. Dia 3

Muitos imaginam a visualização como uma atividade que deve ser feita de olhos fechados ou as vezes antes de dormir. Pois bem, o objetivo desse video era de mostrar como esta estrategia mental pode ser utilizada em diversos contextos.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Foco após uma queda - DIA 2

A postagem do segundo dia é uma homenagem aos medalhistas de prata da patinação artística por equipe. Esta é a primeira edição dos jogos olímpicos que patinadores participam por equipes. Belo debut para a equipe canadense.

Este vídeo foi feito por um medalhista olímpico e comentarista de patinação artística canadense. Vale muito a pena conferir!


Medalha de Ouro no Moguls - DIA 1

Psicólogo do esporte canadense Wayne Halliwell ao lado da atleta canadense Justine Dufour-Lapointe aguardando a nota que lhe deu a medalha de ouro no Moguls feminino.

Este video mostra Wayne falando sobre habilidades psicologicas no esporte.



Uma das dicas que Wayne da é focar no momento o que nos remete a postagem sobre a tatuagem do Mark McMorris aqui.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Jogos de Inverno - DIA 1

Ontém o Canadá ficou acordado até de madrugada para assistir o debut do Slopestyle snowboard um esporte que tem proporções gigantescas no X Games ou Jogos Extremos produzidos pela ESPN.
O país inteiro fala dessa estreia, mas não por acaso, um dos favoritos é Mark McMorris, um jovem de 20 anos que tem arrepiado nas pistas de todo o mundo, derrotando lendas do snowboard como o americano Shaw White.

Entre tantas imagens, escolhi essa da tatuagem de Mark, pois tem um significado muito importante para quemtrabaha com psicologia do esporte que é "viver para o momento". Ou seja, focar no agora e não no futuro nem no passado, as quedas da tentativa passada não mais importam, nem os louros da vitória, o que importa é o agora!


O documentário foi dividido em 5 partes.
Aproveitem este documentário que foi super bem feito.











quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Matéria com uma líder em Psicologia do Esporte Canadense

Matéria muito bem feita sobre o trabalho de biofeedback realizado pela Dr. Penny Werthner, ex-professora da Universidade de Ottawa e considerada umas das 50 mulheres mais influentes do esporte Canadense em 2010. Particularmente esse trecho abaixo foi o que mais gostei:

"O que eu disse ao Manny (atleta canadense) foi que a preparação física e tática são as primeiras em qualquer esporte. Se você não as faz, não importa mais nada do que você fizer" disse Werthner, "mas se você fizer isso (as preparações téctinas e físicas) e manter-se saudável, então como você controla a si mesmo nos dias de competição é o que realmente separa os vencedores dos perdedores."

Aproveitem a leitura completa do artigo em inglês.

Osborne-Paradis counting on mind over matter to reach the podium in Sochi

CALGARY — The Globe and Mail

Manny Osborne-Paradis, right, doing mental strength trainng with Dr. Penny Werthner, Dean of Kinesiology at the University of Calgary. (Larry MacDougal For The Globe and Mail)

Manny’s brain waves are dancing in Technicolor. They are bars on a computer screen being read by one of the many electrodes attached to his head, shoulders and various fingers on his left and right hand. It is a red, blue, green, yellow, orange-coded signal that Manuel Osborne-Paradis is ready to race.
But not on skis. Not on a mountainside where the B.C.-born downhiller has won three World Cup alpine events.
At this moment, in room B261 of the University of Calgary kinesiology department, Osborne-Paradis is reclining in an easy chair preparing to race a sailboat – with his mind.
It’s pretty simple, or at least seems that way. As long as Osborne-Paradis concentrates on his yellow sailboat, his brain activity makes it move. As soon as he has a lapse in attentiveness, or lets some speeding thought cut across his bow, his boat stops and a rival one moves – in this case, the purple boat that begins to make a charge. Osborne-Paradis stares at the screen as his boat begins to pull away cleanly.
“He couldn’t have done that three or four weeks ago,” Penny Werthner, the U of C’s dean of kinesiology, says in admiration.
This is how it is for Osborne-Paradis as he engages in another countdown to another Olympics: He is leaving no stone or computer chip unturned in his quest to be the best come the 2014 Sochi Winter Games.
Physically, he is fine. He has recovered from the 2011 crash in Chamonix, France, that broke his left leg, tore up his left knee and cost him almost two seasons. Therapy and conditioning have brought him to a level where, at 29, he is near the peak of health.
But to get better and improve on his racing, Osborne-Paradis decided there were other things he could do, such as hone his mental edges. That pursuit took him to Werthner, a sports psychologist and former Olympic runner, whose biofeedback and neurofeedback sessions help athletes learn how to calm themselves so they can let their physical training take over and compete efficiently.
Werthner has worked with dozens of athletes, including curler Cheryl Bernard and moguls skier Alexandre Bilodeau, who won silver and gold, respectively, at the 2010 Vancouver Olympics, along with other medal winners from the 2012 London Summer Games.
Much of what Werthner heard from athletes was how they were too anxious, too overwhelmed before a major competition. They had spent so much energy worrying about an Olympics they were exhausted before they got there.
Werthner’s work is about “enabling the athletes to learn how to self-regulate themselves both physiologically and neurologically. It’s like training the brain the way you train the muscles in the body. Manny has been really open-minded about this, and good to work with.”
Osborne-Paradis was keen to reset himself after the Vancouver Games. Considering how well he had done in 2009, winning three World Cup races and finishing third in another, considering the Olympic downhill was being staged on his home mountain, Osborne-Paradis was elevated by fans and media to sure medal status. His Canadian teammates experienced similar expectations. They didn’t live up to them; Osborne-Paradis finished a disappointing 17th in the downhill.
Then came the leg-wrecking crash in France followed by a silly incident during the 2011 Calgary Stampede, where Manny, being good-time Manny, tried to hitch a ride on the back of a party bus, only to be dragged almost 80 metres. That put him in a hospital with a bad case of road rash. It was time to rethink things.
“Part of my M.O. is to be the fun-loving guy, but as you get older you don’t have the energy to be that guy all the time. I’m not 20 any more,” he says.
The measure of his physical comeback came this past March in Kvitfjell, Norway, where Osborne-Paradis turned in a resounding fourth-place showing. For the 2013-14 Olympic buildup, he vowed to explore every option, renting a private lane on a Whistler ski run for three days for himself and coach Stefan Guay.
There was also an early trip to Switzerland so he could train in the Alps with the French national team. That was before he headed to France to attend a training camp with his Canadian teammates.
It was enough for Martin Rufener, Alpine Canada’s new head coach, to remark recently: “You can just tell that his mental focus and mental strength is there and that’s important.”
Alpine Canada knew of Werthner’s skill in dealing with world-class athletes and asked to be part of her program. Osborne-Paradis was keen to see what could be done. The idea, he was told, was to train his mind so he could “stay in the moment” for two minutes, the average length of a men’s downhill.
The first few hour-long sessions didn’t seem to accomplish much. During the tests, sensors monitor his heart rate, its variability, his peripheral body temperature and his skin conductance, how much he sweats, a sign Osborne-Paradis is engaged both physiologically and psychologically.
Eventually, Osborne-Paradis learned how to co-ordinate his breathing, how to relax his muscles to keep them from getting too tense – and also how to crystallize his thoughts. Seeing the results on a computer screen has given him the tools and confidence he will carry over to the mountains.
“The game with the sailboats, you think about something else, your boat stops and another sailboat moves. The other boat is another part of your brain and you have to regain your composure,” he explains. “It’s like in a race, where there’s music playing [over loudspeakers]. You hear athletes say later that they never heard any music because they were so into their race, in the zone. You need that in skiing. It’s about not getting too overzealous in what’s going on until you’re at the finish.
“You have to learn where to go in your head.”
Osborne-Paradis’s head is a comfortable place for him to be, although the work continues. Before leaving for Sochi, he and Werthner hope to have another four or five sessions. The next step will be having Osborne-Paradis visualize the course in Sochi’s Rosa Khutor alpine resort and racing it in his mind.
“What I told Manny was that physical preparation and technical preparation is No. 1 in any sport. If you don’t do that it doesn’t matter what else you do,” Werthner says. “But then if you do that and stay healthy, then how you can manage yourself on competition day is really what separates the people who win and the people who don’t win.”
In room B261, the testing continues. Osborne-Paradis is instructed on-screen to “let the puppet stand as tall as possible.” An animated puppet is shown squatting until Manny wills it to stand up.
Another exercise: “Let the light bulb glow warmly.’ A light-bulb image appears and soon glows warmly. Manny stares at the computer. He is in the moment, yet on his way to Sochi.

http://m.theglobeandmail.com/sports/olympics/osborne-paradis-counting-on-mind-over-matter-to-reach-the-podium-sochi/article16424693/?service=mobile

Original source
 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Jogos de Inverno - 2014

Os Jogos de inverno de Sochi estão se aproximando rapidamente. Com isso, algumas campanhas de patrocinadores foram ao ar e estão fazendo muito gente encher os olhos. Esse é o caso do comercial criado para a P&G em que mostra crianças praticando diversos esportes de inverno, caindo e levantando, se divertindo e seguindo com o sonho olímpico. Tudo isso com o amparo dos pais.



Não sei se é porque eu estou com três filhos pequenos no Canada onde essas cenas de escorregões, quedas, choro, são misturadas ao riso e ao prazer de realizar algo desafiante como esquiar e patinar, mas fiquei especialmente emocionado ao assistir ao filme.

Espero que gostem.


Mas como nem tudo é como na propaganda, vale relembrar uma postagem onde o tema foi a influência dos pais na vida de atleta