PSICOLOGIA DO ESPORTE
Modalidades Paraolímpicas
· Local: Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF)
· Carga Horária: 15 horas semanais
· Vagas: 2
· Maiores Informações:
- Email: psicoerick@yahoo.com.br
- Tel. (21) 86629984
Endereço: Estrada Velha de Maricá, 4830 - Rio do Ouro – Niterói
http://www.andef.org.br/
ERICK CONDE
Psicologia e Neurociência no Esporte
Confederação Brasileira de Judô
Lab. Neurobiologia da Cognição - UFF
FAETEC / ANDEF
http://www.psicologiaflamengo.blogspot.com/
http://lattes.cnpq.br/8779228770814552
+ 55 21 86629984
Mostrando postagens com marcador Oportunidades. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
domingo, 7 de março de 2010
OnG Right to Play
Recebi esta dica de uma amiga e companheira de psicologia do esporte daqui de Brasília. A Mohana comentou que tinha um amigo aventureiro que foi para a África trabalhar em uma organização chamada Right to play. O objetivo da organização é utilizar o esporte como meio de desenvolvimento de crianças que vivem em contextos sociais desfavorecidos para ajudá-las a superar seus desafios e perpetuar a paz.
Utilizei o Google Translator para facilitar meu trabalho!!! Só precisei fazer alguns pequenos ajustes ;)
O conceito de Esporte para Desenvolvimento e Paz "está enraizado no reconhecimento que o esporte possui atributos únicos que permitam contribuir para o desenvolvimento e processos de paz".
Estes atributos incluem:Universal popularidade - superação das barreiras nacionais, culturais, sócio-econômicas e políticas, quando bem feito, o desporto é agradável para os participantes e espectadores e pode ser realizado em praticamente toda a comunidade no mundo.Capacidade como uma plataforma poderosa das comunicações globais - Porque os eventos desportivos oferecem a capacidade de atingir um grande número de pessoas, que são plataformas eficazes para a educação pública e mobilização social.Capacidade de se conectar - o desporto é um processo inerentemente social, reunindo jogadores, equipes, treinadores, voluntários e espectadores.Natureza transversal - o esporte pode ser usado para tratar uma ampla gama de desafios sociais e económicos.Potencial para capacitar, motivar e inspirar - o esporte tem a habilidade natural para desenhar, desenvolver e mostrar os pontos fortes e as capacidades individuais.
Conheçam mais sobre esta belíssima iniciativa no site oficial.
Saiba mais sobre a metodologia aplicada.
Utilizei o Google Translator para facilitar meu trabalho!!! Só precisei fazer alguns pequenos ajustes ;)
O conceito de Esporte para Desenvolvimento e Paz "está enraizado no reconhecimento que o esporte possui atributos únicos que permitam contribuir para o desenvolvimento e processos de paz".
Estes atributos incluem:Universal popularidade - superação das barreiras nacionais, culturais, sócio-econômicas e políticas, quando bem feito, o desporto é agradável para os participantes e espectadores e pode ser realizado em praticamente toda a comunidade no mundo.Capacidade como uma plataforma poderosa das comunicações globais - Porque os eventos desportivos oferecem a capacidade de atingir um grande número de pessoas, que são plataformas eficazes para a educação pública e mobilização social.Capacidade de se conectar - o desporto é um processo inerentemente social, reunindo jogadores, equipes, treinadores, voluntários e espectadores.Natureza transversal - o esporte pode ser usado para tratar uma ampla gama de desafios sociais e económicos.Potencial para capacitar, motivar e inspirar - o esporte tem a habilidade natural para desenhar, desenvolver e mostrar os pontos fortes e as capacidades individuais.
Conheçam mais sobre esta belíssima iniciativa no site oficial.
Saiba mais sobre a metodologia aplicada.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Vaga Psicólogo do Esporte
Minas Tênis Clube
Necessário residir em Belo Horizonte, ter feito o Curso de Especialização do Instituto Sedes Sapientiae.
Horário: 2ª a sábado. 06 hs do sábado será computado como banco de horas. Algumas vezes trabalhará à noite ou fim de semana. Esporadicamente, viajará acompanhando as equipes.
Responsável por 04 modalidades ainda não definidas.
Salário confidencial.
Entrar em contato com Sra. Patrícia Araújo Costa – RH Minas Tênis Clube.
e-mail: patricia@minastc.com.br
Telefone: (31) 3516-1124
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Como ajudar o Haiti?
A cada notícia que vejo sobre a tragédia no Haiti me pergunto como poderia contribuir para diminuir com o sofrimento dessas pessoas. Este tipo de pergunta, ao meu ver, deveria rondar os pensamentos de psicólogos, mas é engraçado pois ao buscar a psicologia do esporte eu estava fugindo deste tipo de problema. Queria trabalhar com o rendimento, melhorar o que já é bom... não é de hoje, mas fui vendo que existem oportunidades para o Psicólogo do Esporte que transcendem (e muito) o rendimento.
Lembrei na hora do livro "Schakleton: Uma Lição de Coragem" (mais sobre o livro), talvez alguns pensem que estou forçando a barra comparando uma expedição à Antártida com uma das maiores tragédias desde século. Entretanto ler o depoimento do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, no site do Fórum Olímpico de Portugal me deu coragem de falar sobre isso.
Ele diz: “o desporto pode ser visto em qualquer parte do mundo. Viajei por países repletos de pobreza. Por comunidades em luta pela sobrevivência. Por lugares devastados pela guerra, onde toda a esperança parecia perdida. De repente, aparecia uma bola feita de sacos plásticos ou de jornais atados com um cordel. E víamos o desporto dar vida aos sonhos e às esperanças.”
O trecho do livro que chamou minha atenção dizia de como Sir Ernest Schakleton, utilizava o esporte (no caso futebol) para distrair seus homens da dura realidade em que estes se encontravam, evitando que perdessem as esperanças de serem resgatados. O livro ainda cita que esta era uma forma de seus marujos manterem a forma física. Fazendo uma outra leitura, esta forma de preencher os horários vagos pode ser encontrada em alguns consultórios de psicólogos cognitivos como uma "tarefa" muito útil em casos de depressão, evitando que a pessoa fique muito introspectiva e crie cenários piores do que já estão.
Me pergunto: após estas semanas de choque inicial será atividades recreativas ou esportivas poderiam ser utilizadas como forma de "metaforizar" a possibilidade vitória? Ou apresentar novas possibilidades?
Em apresentação oral durante o II Congresso da Abrapesp sobre a utilização de bicicletas no contexto anti-manicomial, Duarte e Duarte (2009) afirmam que a bicicleta (ou qualquer outro equipamento esportivo) não faz o trabalho sozinha, há contextos onde se faz necessária a condução das atividades por pessoas capacitadas, facilitando a re-significação das reflexões geradas pelo grupo.

Mas e os equipamentos esportivos... está faltando comida no Haiti, teremos que doar bolas e afins?!?! Pensando nisso resolvi citar outro blog, onde o colunista fala como sacolas plásticas estão virando bolas na África do Sul.
Não deixem de ler a matéria no site português e descubra por quanto foi vendida a "bola de sacos plásticos".
Lembrei na hora do livro "Schakleton: Uma Lição de Coragem" (mais sobre o livro), talvez alguns pensem que estou forçando a barra comparando uma expedição à Antártida com uma das maiores tragédias desde século. Entretanto ler o depoimento do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, no site do Fórum Olímpico de Portugal me deu coragem de falar sobre isso.
Ele diz: “o desporto pode ser visto em qualquer parte do mundo. Viajei por países repletos de pobreza. Por comunidades em luta pela sobrevivência. Por lugares devastados pela guerra, onde toda a esperança parecia perdida. De repente, aparecia uma bola feita de sacos plásticos ou de jornais atados com um cordel. E víamos o desporto dar vida aos sonhos e às esperanças.”
O trecho do livro que chamou minha atenção dizia de como Sir Ernest Schakleton, utilizava o esporte (no caso futebol) para distrair seus homens da dura realidade em que estes se encontravam, evitando que perdessem as esperanças de serem resgatados. O livro ainda cita que esta era uma forma de seus marujos manterem a forma física. Fazendo uma outra leitura, esta forma de preencher os horários vagos pode ser encontrada em alguns consultórios de psicólogos cognitivos como uma "tarefa" muito útil em casos de depressão, evitando que a pessoa fique muito introspectiva e crie cenários piores do que já estão.
Me pergunto: após estas semanas de choque inicial será atividades recreativas ou esportivas poderiam ser utilizadas como forma de "metaforizar" a possibilidade vitória? Ou apresentar novas possibilidades?
Em apresentação oral durante o II Congresso da Abrapesp sobre a utilização de bicicletas no contexto anti-manicomial, Duarte e Duarte (2009) afirmam que a bicicleta (ou qualquer outro equipamento esportivo) não faz o trabalho sozinha, há contextos onde se faz necessária a condução das atividades por pessoas capacitadas, facilitando a re-significação das reflexões geradas pelo grupo.

Mas e os equipamentos esportivos... está faltando comida no Haiti, teremos que doar bolas e afins?!?! Pensando nisso resolvi citar outro blog, onde o colunista fala como sacolas plásticas estão virando bolas na África do Sul.
Não deixem de ler a matéria no site português e descubra por quanto foi vendida a "bola de sacos plásticos".
terça-feira, 12 de maio de 2009
Informações sobre a Psicologia do Esporte no Brasil
Estava navegando pela rede e achei um discussão sobre a problemática da PE no Brasil... e resolvi escrever lá e aqui!
pra quem tiver orkut eis o link:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=23664&tid=5320005969191210912&na=2&nst=25
Bem, vocês lembram da histórinha que dizia que dois vendedores de sapatos foram para Africa, pois bem um escreveu deprimido dizendo: " chefe, aqui ninguém usa sapatos." o outro escreveu " CHEFE, PREPAREM OS NAVIOS!!!! Aqui ninguém usa sapatos!"
Com a PE no Brasil estamos em uma fase semelhante!!!
A Prof Kátia Rúbio esteve em Brasília (onde moro e estudo Psicologia, ahhh estou cursando uma mat optativa de PE, faço particular) e deu uma pequena aula.
Ela começou dizendo que a PE só crescerá quando estas iniciativas (acadêmicas) forem estimuladas e deu um dado bem interessante.
Em 2000 teve inicio a primeira turma do curso do Sedes Sapientae, como o estágio é 0brigatório para formar-se (motivo de ser um curso de especialização profissional) os professores começaram a bater perna para buscar clubes e locais onde os estagiários fossem aceitos. Vale ressaltar que neste estágio o aluno já é Psicólogo formado e estagia de graça!!! Continuando, conseguiram se não me engano 4 clubes que firmaram convênio. Ao final do curso os clubes contrataram ao menos um dos estagiários. Mas o dado mais interessante é que hoje 2009, são mais de 18 clubes com parceria firmada e que possuem psicólogos no seu quadro!
Não sei hoje, mas o Finasa Volei (antes de acabar com o time profissional) possuia 8 pessoas entre psicólogos do esporte e estagiários trabalhando com a base!!!
Acho que isso mostra é que quando as pessoas capacitadas começam a mostrar a cara, a demanda pelo serviço aumenta.
Abraços,
Tiago Duarte
pra quem tiver orkut eis o link:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=23664&tid=5320005969191210912&na=2&nst=25
Bem, vocês lembram da histórinha que dizia que dois vendedores de sapatos foram para Africa, pois bem um escreveu deprimido dizendo: " chefe, aqui ninguém usa sapatos." o outro escreveu " CHEFE, PREPAREM OS NAVIOS!!!! Aqui ninguém usa sapatos!"
Com a PE no Brasil estamos em uma fase semelhante!!!
A Prof Kátia Rúbio esteve em Brasília (onde moro e estudo Psicologia, ahhh estou cursando uma mat optativa de PE, faço particular) e deu uma pequena aula.
Ela começou dizendo que a PE só crescerá quando estas iniciativas (acadêmicas) forem estimuladas e deu um dado bem interessante.
Em 2000 teve inicio a primeira turma do curso do Sedes Sapientae, como o estágio é 0brigatório para formar-se (motivo de ser um curso de especialização profissional) os professores começaram a bater perna para buscar clubes e locais onde os estagiários fossem aceitos. Vale ressaltar que neste estágio o aluno já é Psicólogo formado e estagia de graça!!! Continuando, conseguiram se não me engano 4 clubes que firmaram convênio. Ao final do curso os clubes contrataram ao menos um dos estagiários. Mas o dado mais interessante é que hoje 2009, são mais de 18 clubes com parceria firmada e que possuem psicólogos no seu quadro!
Não sei hoje, mas o Finasa Volei (antes de acabar com o time profissional) possuia 8 pessoas entre psicólogos do esporte e estagiários trabalhando com a base!!!
Acho que isso mostra é que quando as pessoas capacitadas começam a mostrar a cara, a demanda pelo serviço aumenta.
Abraços,
Tiago Duarte
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Bate-Papo com Calouros
Mais uma vez pude conversar um pouco sobre a Psicologia do Esporte. Desta vez quem pode conhecer um pouco mais sobre a área foram os calouros do curso de Psicologia do UniCEUB. Fui convidado para participar de um trabalho em grupo, onde haviam várias áreas de atuação sendo discutidas.
Respondi perguntas sobre:
- Objetivos e intervenções em Psicologia do Esporte.
- Mercado de Trabalho para o Psicólogo do Esporte.
- Questões Éticas.
- Perspectivas...
Respondi perguntas sobre:
- Objetivos e intervenções em Psicologia do Esporte.
- Mercado de Trabalho para o Psicólogo do Esporte.
- Questões Éticas.
- Perspectivas...
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