terça-feira, 30 de junho de 2009

Ski Paraolímpico


Na última postagem falei sobre os chinelos, nessa vou contar o conteúdo.

Uma das histórias que ele contou foi de um de seus atletas da seleção canadense de Ski Alpino Paraolímpico. Este atleta tinha apenas 6% de visão no olho esquerdo (zero no direito) e ao serem "pegos" no radar de velocidade, marcavam 89 quilômetros por hora. No dia seguinte este skiador competiu atingindo 114 km/h em um esporte onde é necessário o início do movimento do próximo obstáculo. Vou tentar explicar melhor... o ski alpino é aquele esporte onde os atletas descem uma montanha fazendo zigue-zague, no caso de atletas com deficiência visual é necessário que um outro atleta vá próximo a ele "cantando" as curvas. Alguns guias utilizam mais tecnologia como microfones e fone de ouvido, mas o que é impressionante é o nível de confiança que o atleta tem que adquerir para depositar sua vida, afinal um acidente a 114 km/h pode ser fatal!

Foi justamente sobre o controle do medo que o John pode compartilhar conosco.

Bem quem quiser saber mais:

http://www.paralympiceducation.ca/Content/Athletes/01%20Chris%20Williamson.asp?langid=1

Este é o link do Chris Wiliamson. Medalhista ParaOlímpico de que falei.

Onde estão meus chinelos de dedo?



Um dos momentos altos que tive no Congresso da ISSP foi o último Simpósio de sábado, sobre esportes olímpicos.

Antes de comoçar a falar sobre o simpósio em si, vale um breve comentário. O john (foto acima) é canadense e mora em uma cidadezinha nas montanhas de 13 mil habitantes na alta temporada (cai pra 8 mil na baixa) próximo a Calgary. Participamos de um workshop com o Terry Orlick onde fizemos parte do mesmo grupo.

O John é um cara com uma energia muito boa, sempre sorridente e alegre. Mas o que me chamou bastante atenção é o estilo dos americanos e canadenses, afinal enquanto eu estava todo preocupado com a roupa que iria vestir no meu poster, eles aparecem com camisa social, bermuda e chinelo de dedos (bem americano)!

Mas o que mais gostei foi ele subindo ao palco principal do Congresso descalços e a primeira fala ao microfone foi: "I don't know where are my flip flops! (Não sei onde coloquei meu chinelo de dedos!" "Ah, estão alí!" e continuou sua fala sem incomodar-se com o fato de estar descalço.

Em um ambiente com muitos psicólogos, haveriam diversas explicações para este ocorrido como: esse pessoal excêntrico gosta de aparecer... ou algo do gênero. Prefiro pensar sobre o discurso dele, afinal ele falou sobre foco e demonstrou que segue o que fala, afinal seu objetivo ali era passar algo sobre sua experiência em Ski Alpino Paraolímpico e conseguiu conversar com a platéia em alto nível.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Música melhora a performance esportiva

No último dia tive o prazer de participar do Simpósio do Dr Costas. Ele ficou bem conhecido no meio esportivo no Brasil após aparecer no SPORTV Repórter sobre a influência da Música no desempenho esportivo. O programa foi recheado de histórias sobre atletas com o hábito de ouvirem músicas antes das competições como forma de auto-regulação, seja para ativar ou para baixar o nível de ansiedade.

Pesquisas apontam que ouvir música para relaxar momentos antes de uma competição pode melhorar a performance atlética substancialmente, pois diminui o cansaço e aumenta a concentração.

Professor de uma universidade de Londres, o inglês Costas Karageorghis é o principal especialista sobre a relação entre a música e o esporte. Doutor em psicologia esportiva, ele conta ao SporTV como provou, em laboratório, que a música pode ajudar o atleta a melhorar até 10% do seu resultado.

O judoca brasileiro Leandro Guilheiro foi um dos entrevistados do programa. Ele tem o hábito de ouvir a Nona Sinfonia de Beethoven para se concentrar antes de um combate. O costume, segundo o judoca, mudou sua postura no começo das lutas.

Em outro depoimento, Haile Gebresalissie, corredor etíope, dono de dois ouros olímpicos, conta como quebrou o recorde mundial dos 20.000 metros sincronizando suas passadas com a animada música Scatman, que foi tocada nos alto-falantes do estádio durante a prova.

Este é o link do video no site do Sportv (Espero que funcione):

http://sportv.globo.com/Sportv/2009/videos/0,,SRI1031701-17088,00-SERA+A+MUSICA+UM+AUXILIO+AO+ESPORTE.html

Algo que também me impressionou foi receber no dia 23 um e-mail do Dr David-Lee, assistente do Prof Costas com 14 artigos sobre música e desempenho esportivo!

Fica o recado, quem quizer artigos sobre o assunto terei o prazer de compartilhar!

Abraços,
Tiago

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Programação do 12º Congresso ISSP de Psicologia do Esporte


Saiu a programação do Congresso completa!!! São 424 posters, isso mesmo 108 nos 3 primeiros dias e 100 no último!

Vou deixar o link para quem tiver interesse em saber o que vai rolar nos dias 17 a 21 de junho em Marraqueche!

http://www.issp2009.com/important_dates/index.php

Estou também fazendo algumas estatísticas sobre a produção científica do evento, o que posso adiantar é que são 23 posters do Brasil!!!! Estes são os títulos e autores destes pôsteres.


 

Este primeiro é o meu!!! Afinal, sou um pai coruja!

POS4-12

The Meaning of Being Cut for Teenage Basketball Players – The Brazillian Context

Duarte, Tiago Fernandes Domingues, UniCEUB Brasil

12th ISSP World Congress of Sport Psychology. Marrakech, Morocco Posters Programme


 

As legendas são: Produzidos em: Brasília, Belo Horizonte, Maringá, São Paulo... algumas outras cidades possuem apenas um trabalho.

12th ISSP World Congress of Sport Psychology. Marrakech, Morocco Posters Programme

POS1-09

Predicting Level of Performance in the Timed "Up and Go" Test in Subejcts with Stroke: a Discriminant Analysis

Faria, Christina D. C.M.; Teixeira-Salmela, Luci F.; Nadeau, Sylvie, Universidade Federal de Minas Gerais Brazil

POS1-23

Correlation between Finger Dexterity and Upper Limb Function in Active Elderly Individuals

Michaelsen, Stella M1; Ovando, Angélica C1; Rodrigues, Leticia C1; Mazo, Giovana Z1.

1Universidade do Estado de Santa Catarina, CEFID, Florianópolis - Brazil

POS1-42

Psychometric Properties of the Brazilian Version of the Stroke Specific Quality of Life Scale (SS-QOL) with Acute

and Chronic Stroke Subjects

Teixeira-Salmela Luci F.; Faria, Christina DCM; Gomes-Neto, Mansueto; Magalhães, Lívia C.; Lima, Renata CM;

Universidade Federal de Minas Gerais Brazil

POS1- 64

Precocity on the Rhythmic Gymnastics: Sooner, is it Better?

1, Balbi, Alessandra, Soares, Ártemis2

1,2 Federal University of Amazonas, Faculdade de Educaçao Fisica, DEGIN-Manaus-AM-Brazil.

POS1- 83

Athlete Idiocentric and Alocentric Profile Inventory (I-A Profile).

Gislane Ferreira de Melo, Adriana Giavoni, Universidade Católica de Brasilia Brasil

POS1-90

Comparative Study of the Moral Atributes in Sport Schools with Social and Performance Orientations.

Lenamar Fiorese Vieira, Renato Marafon Semensato, João Ricardo Nickenig Vissoci, Leonardo Pestillo de Oliveira., State

University of Maringá/Paraná/Brazil

POS2- 28

Predictive Values of Causality Attributions, Achievement Goals and Climate Motivational under Young Athletes' Intrinsic

Motivation.

Travassos, Rossana; Tróccoli, Bartholomeu Tôrres; Valdés, Hiram Mário (In memorian)

Universidade de Brasília – FEF – Sport and Physical Education Psychology Laboratory - UnB / Brazil

POS2- 29

Motivation and Coping Strategies: An analysis of the Sport career of soccer athletes from the south of Brazil.

João Ricardo Nickenig Vissoci, Lenamar Fiorese Vieira, Leonardo Pestillo de Oliveira.

Universidade Estadual de Maringá – Paraná – Brazil

POS2- 42

Motivational Perspectives: Goal Orientation Perceptions of Brazilian Physical Education Classes

Cláudia Goulart, Paola Salomão, Amarillis Anchieta, University of Brasilia

Anxiety, Stress, Burnout , Emotion, Agression, Anger

POS2- 48

Physical Education Teachers and Stress: An Alert Sign

Christi Noriko Sonoo; Schelyne Ribas da Silva , State University of Maringá - Paraná, Brazil

POS2- 101

Evaluation of Pre-competition Anxiety Levels of Amputee Soccer Athletes

Simim, MA; Ferreira, RM; Moraes, LC, Universidade Federal de Minas Gerais, Lapes-Cenesp, Belo Horizonte, Brazil

POS3- 27

Cognitive-Attributional Retraining Model: a Motivational Intervention for Young Gymnasts.

Travassos, Rossana; Tróccoli, Bartholomeu Tôrres; Valdés, Hiram Mário (In memorian)

Universidade de Brasília – FEF – Sport and Physical Education Psychology Laboratory - UnB / Brazil Brazil

POS3-32

The Perception of Pain in Brazilian Olympics Women

Rubio, Kátia ; Godoy Moreira, Flavio - School of Physical Education and Sports, University of São Paulo – São Paulo –

Brazil

POS3-41

Content Comparisons of the Stroke-Specific Quality of Life (SS-QOL) Based upon the International Classification

of Functioning, Disability and Health (ICF)

Teixeira-Salmela Luci F.; Faria, Christina D.C.M.; Gomes-Neto, Mansueto; Magalhães, Lívia C., Universidade Federal de

Minas Gerais Brazil.

POS3-63

Mood States Alterations during Menstrual Cycles of Athletes with and Without Pre-Mentrual Syndrome.

Vieira Lenamar Fiorese, Gaion Patrícia Aparecida, Universidade Estadual de Maringá – Departamento de Educação Física,

Maringá, Paraná , Brasil.

POS3-87

"Intercultural Study of Capoeira and Football in Brazil (Rio de Janeiro) and France (Paris)"

MS. Vasques, Fernanda P., University Paris-Descartes, UFR Sciences and Techniques of Sports and Physical Activities

POS3- 106

Exploratory and Confirmatory Factorial Analysis Brazilian version of Intrinsic Motivation Inventory (IMI).

Bartholomeu Tôrres Tróccoli & Rossana Travassos

Universidade de Brasília – Psychology Institute – LabPAM – DF Brazil.

POS4-12

The Meaning of Being Cut for Teenage Basketball Players – The Brazillian Context

Duarte, Tiago Fernandes Domingues, UniCEUB Brasil

12th ISSP World Congress of Sport Psychology. Marrakech, Morocco Posters Programme

POS4-14

Young Champions: Study of the Sport trajectory of Children indoor Soccer Players From paraná State-Brazil.

Lenamar Fiorese Vieira, Marcus Mizoguchi, João Ricardo Nickenig Vissoci, Leonardo Pestillo de Oliveira., Stat university of

Maringá/Paraná/Brazil

POS4-35

Performance of Hemiplegic Subjects on the 180° Turn: Effects of the Turning Side and of a Training Program.

Faria, Christina D. C. M.; Reis, Dirlene A., Teixeira-Salmela, L.F.

Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.

POS4-50

Coaches Leadership Style: Athletes' Permanece and Abandon of the Competitive Sport Context

Christi Noriko Sonoo; Naiara Carneiro Pereira; Schelyne Ribas da Silva

State University of Maringá - Paraná, Brazil

POS4-80

Mental Skill Profiles of Elite Brazilian Trampoline Athletes in 2004 and 2008

Mourthé, Katya1; Vianna Júnior, Newton Santos2; Bahia, Maria Regina Capanema1; Sanches, Priscila Mourthé1

1Minas Tênis Clube, Belo Horizonte, Brazil, 2FACSAL – Faculdade da Cidade de Santa Luzia, Santa Luzia, Brazil

POS4-81

Mental Skills Profile of Brazilian ational Female Junior Volleyball Athletes in 2007 and 2008

Vianna Júnior, Newton Santos1; Mourthé, Katya2

1Minas Gerais State Volleyball Federation (FMV), Belo Horizonte, Brazil.

2UNIBH – Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, Brazil.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Inglês, Ler ou não Ler? Eis a questão!


Se há uma coisa que percebi há algum tempo é que, em Psicologia deve-se ler MUITO!!!! Mas em Psicologia do Esporte deve-se ler MUITO em inglês!!! Isto mesmo, a língua de Shakespeare é não só a mais falada no psicologuês do esporte, como a mais escrita J !!! Felizmente percebi isso em uma viagem para os Estados Unidos, portanto não tinha muita dificuldade com o Inglês, mas tinha sim muita dificuldade com a leitura.

Posso dizer que eu não era um grande fã de Machado de Assis, Monteiro Lobato... entre outros grande imortais, há não ser é claro, quando eles eram "re-escritos" como novelas, filmes ou o Sítio do Picapau Amarelo.

A própria língua portuguesa tinha lá suas birras comigo, uma falta de acento aqui uma concordância discordante ali, e entre tapas e dedos no olho, ia levando minha vida sem me preocupar muito com isso.

Porém, esta paixão arrebatadora entre eu e a Psi do Esporte, fez com que percebesse que a área era relativamente "nova" (pelo menos era o que eu acreditava na época), densa e sem muitos livros (também não era muito chegado aos artigos) em português. Então, eu teria que ler muito e em inglês!!!

Para um bom entendedor me__ pala___ bas__! Teria que aprender a ler!!! Ou seria aprender a gostar de ler?! De qualquer forma, isso resultaria na inclusão de um novo hábito em minha vida!

Bem, tudo que eu colocar agora sobre como aprendi a gostar de ler poderá ser interpretado como auto-promoção... portanto, se alguém realmente quiser saber quais estratégias usei, basta me enviar um email que conversamos mais sobre o assunto.

O que importa agora é disponibilizar mais um local onde podemos encontrar bons artigos. A dica de hoje é o site da MCGill, uma das melhores Universidades Canadenses, situada na região do Quebec, ministra aulas em inglês. Possui um excelente laboratório de Psicologia do Esporte e oferece programas de mestrado e doutorado na área. Ambos vinculados ao departamento de Kinesiology and Physical Education.


O link é: http://sportpsych.mcgill.ca/publications.html

Lá você encontrará artigos sobre: Técnicos (Coaching), Agressão no Hockey de gelo, Lesões esportivas, Construção de coesão em equipes (Team Building), inclusive capítulos inteiros escritos pelo Dr. Gordon Bloom sobre Coaching.

Por hoje é só pessoal!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Psicólogo do Esporte tem que ser ex-atleta?

Este é uma pergunta recorrentemente feita por quem está conhecendo a Psicologia do Esporte. Uma resposta curta e grossa poderia ser: "Então para tratar pacientes com ideações suicidas é necessário que o psicólogo tenha tentado o mesmo, ou então ser pai para atender crianças e por aí vai!" Bem, essas não seriam respostas de psicólogo. Ele poderia responder que o conhecimento do esporte é muito benéfico, pois pode auxiliar o psicólogo a trabalhar com seu(s) cliente(s) por estar habituado com a terminologia utilizada no esporte, por já conhecer as demandas da modalidade, quais os grupos musculares ou habilidades psicológicas envolvidas, além de passar ao atleta uma "sensação" de já ter estado no mesmo barco. Todas estas informações prévias podem auxiliar ao psicólogo e dá-lo a possibilidade de trabalhar com o que Milton Erickson denominou de utilização, isto é utilizar elementos que podem ser frases, gírias ou expressões do esporte, sensações e sentimentos vivenciados na modalidade, para que o psicólogo possa embrulhar para presente aquela sessão ou atendimento. Independentemente de ser uma sessão clínica ou apenas um momento de feedback sobre algo observado no treinamento.

Mas então como exigir que o psicólogo saiba de detalhes de cada uma das inúmeras modalidades existentes?

No último congresso brasileiro da Abrapesp, discutiu-se sobre esta pergunta e de acordo com a Prof. Kátia Rúbio e com o Dr. Joaquim Dosil, é de fundamental importância que o psicólogo do esporte saiba muito bem sobre as demandas do esporte em que ele está atuando. Para tanto não se faz necessário uma experiência previa no esporte, mas isso torna o trabalho do psicólogo mais árduo, pois este terá que pesquisar de diversas formas (livros, entrevistas, observações e quem sabe até experimentações) para saber qual o contexto em que este seu cliente está inserido.

O próprio Dr. Dosil, incentivou todos os presentes a praticarem os esportes dos quais fossem consultores, ou que pelo menos estivessem envolvidos de alguma forma em atividades físicas. Seu argumento era que ao estar apto a realizar atividades físicas, o psicólogo ganha espaços privilegiados de atuação, afinal o setting do psicólogo esportivo, de acordo com Andersen, é o campo, ginásio, academia, quadra, vestiário e algumas raras vezes uma sala parecida com consultório. Neste evento o próprio Dosil mostra uma foto que foi publicada pela imprensa espanhola dele e um de seus atletas, automobilista, ambos correndo para reconhecerem o trajeto da pista de perto.

Esta postura me incentivou a iniciar novamente um programa de atividades físicas, afinal saber todos os benefícios físicos e psicológicos que o esporte tem a oferecer e não usufruir destes benefícios, não me parecia muito inteligente. O interessante que o beneficio que procurava não estava ligado aos citados, mas justamente ganhar alguns minutinhos ao lado dos atletas da AEEP. De qualquer forma esta estratégia está dando resultados, já estou conseguindo acompanhá-los e estabelecer um rapport ainda melhor. Olha que interessante exemplo de motivação! Quem observa de fora sem entrar nos meus motivos pode acabar se perdendo e intervindo de uma forma que não seja motivadora por não estar ligada aos MEUS motivos. Mas essa é outra estória!

Um ponto onde o profissional de educação física dá uma lição aos psicólogos é justamente nessa coerência, afinal na própria faculdade de Ed. Fisica os alunos devem participar de aulas práticas de cada modalidade, quando em psicologia pode-se concluir o curso sem ter feito terapia.

Vale também ressaltar os riscos corridos pelo ex-atleta que por ter uma vivencia muito intensa dentro do esporte. Ele pode confundir seu papel e "atropelar" o técnico. Então vale lembrar: "cada macaco no seu galho" ou a multidisciplinaridade deve andar em conjunto com as limitações e delimitações do trabalho de cada profissional, sabendo até onde podemos intervir.

Quando este é torcedor do time então isso pode ser ainda mais desastroso!

Abraços,

Tiago